“Eles contentam-se em estar com aqueles (as mulheres) que sentam por detrás (em casa). Os seus corações estão selados (da Orientação correta); por conseguinte, eles não se apercebem.”
Por isso, o conselho sincero para si é praticar actos que deiam frutos, em vez de estar inativo, pois a inatividade é uma forma lenta e encoberta de suicídio mental.
Uma vez aplicado apenas este simples preceito, você terá já percorrido metade da sua caminhada rumo à felicidade. Repare nos farmeiros, carpinteiros e padeiros, e observe como eles, cantam melodiosamente enquanto trabalham, como o cantar dos pássaros. Por outro lado, repare em si próprio e veja como se vira na cama de um lado para o outro, enxugando as lágrimas, sempre miserável e sempre torturando a si próprio.
De entre as consequências de tal comportamento constatam a artificialidade, infelicidade e destruição da própria identidade.
Hoje, os muçulmanos à volta do mundo precisam de um “slogan” ou publicidade, pois o Isslam é a grande mensagem que deve ser difundida. As palavras desta mensagem devem ser claras, concisas, breves e convidativas, porque a felicidade da Humanidade reside nesta verdadeira religião, quando cumprida na sua íntegra.
“E aquele que procurar outra religião além do Isslam, jamais será aceite dele...”
Mais tarde, ele colocou um anúncio ao lado do mesmo e com a mesma dimensão, escrevendo nele: “Você não conhece o Isslam? Se estiver interessado em saber acerca dele, ligue para o número...”
Houveram inúmeras chamadas de alemães nativos. Apenas num ano, milhares de pessoas aceitaram o Isslam pelas mãos deste homem, chegando mais tarde a erguer um Massjid, um centro isslámico e uma escola.
“Mas poucos dos Meus servos são gratos.”
O nómada perguntou: Descrente em quê? Ao que lhe respondeu: Descrente em ALLAH.
Tendo vivido no deserto por tanto tempo, o inato natural desde homem permanecera são, estando isento da poluição de ideias malvadas. Assim sendo, quando ouviu algo tão absurdo, espantou-se e exclamou: E será que alguém descrê em ALLAH!
Depois, vomitou devido ao desgosto daquilo que acabara de ouvir.
“O que se passa com eles, que eles não crêem?”
Esta é uma afirmação de Sayidina Ali (RTA), na qual o conhecimento, carácter, adoração e generosidade da pessoa são os critérios através dos quais medimos o seu valor. “Na verdade, um escravo crente é melhor do que um (livre) Mushrik (idólatra) embora ele vos agrade.”
“E se eles tivessem intencionado de marchar para fora, certamente, eles poderiam ter feito algumas preparações para isso...”
Nós escrevemos a história das nossas vidas através das nossas boas ou más acções, as nossas pegadas e o caminhar sobre a terra em direcção aos Massjides, para as cinco orações congregacionais obrigatórias, e todas as outras boas e más práticas que deixamos para trás:
“...Nós registamos aquilo que eles enviam adiante (deles) e os seus vestígios...”
a) As boas acções;
b) Uma mulher piedosa;
c) Uma casa espaçosa;
d) Sustento e ganho que seja obtido através de meios lícitos (Halál);
e) Boa conduta e o espírito de amizade com as pessoas;
f) Estar livre e isento de dívidas, e não ser um extravagante nos gastos.





